quarta-feira, 5 de março de 2014

Canto

Ficar num canto do quarto a pensar,
descer as escadas em direcção à porta da rua
e, sem olhar para trás, recuperar outro tempo.

Resta a fraca imaginação nos relógios
ou nas ampulhetas.

Ir sem regresso é o quotidiano.

Paula Raposo - Março de 2014.

4 comentários:

  1. É sempre um gosto ler-te!
    Como tens passado?

    Beijinho para ti!

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  2. gostei muito do poema - prazer ler-te. sempre.

    beijo

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  3. Um quotidiano onde o tempo é passado e futuro...
    Beijos.

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